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Nome: Karen Barbarini
Idade: 21 anos
Apesar da pouca sorte, ela sonha em mudar o mundo, começando pela própria vida. O problema é que não sabe como começar.
Enquanto não descobre, continua batalhando sonhos perdidos com o apoio do melhor namorado e da melhor mãe do mundo.
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[Terça-feira, Maio 26, 2009]
That's what you get for waking up in Vegas!
Um milhão de reais na minha mãozinha ia pagar o dia mais divertido de toda a minha vida! Que Mané ir pra pontos turísticos, pagar noite com celebridade. Eu ia mesmo é torrar a grana em festa, por que a vida existe pra aproveitar, não é mesmo?
Primeiro eu ia pegar o bofe e as BFF’s, colocar tudo num jatinho com direito a muita champagne e VEGAS, HERE WE GO!
Antes de chegar em Las Vegas, uma parada na Quinta Avenida, em Nova York, pra comprar uma roupa digna por que milionária por um dia tem direito de usar Dior pra arrasar. Ou Marc Jacobs. Ou as duas combinadas, por que eu posso!
Quando finalmente chegasse em Las Vegas, ia ficar na suíte presidencial do Hard Rock Café, que tem até boliche no quarto. Depois disso, ia rodar os cassinos jogando, dançando, fazendo a festa e perdendo todo o dinheiro por que eu não sei jogar nem truco, muito menos poker ou 21. Mas não tem problema, o importante é se divertir. Só não posso esquecer de guardar dinheiro pra pagar a volta no jatinho! Ou no vôo comercial, primeira classe por que eu sou chique, bem.
Pena que esse dinheiro seria só por um dia, e isso tudo é somente um sonho, daqueles que se um dia você tiver o dinheiro, você não vai ter coragem de realizar.
Tudo de Blog - Capricho: o que você faria se tivesse um milhão de reais para gastar em apenas um dia?
Por Kapri às [4:21 PM]
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[Quinta-feira, Maio 21, 2009]
Algumas das melhores histórias que você vai ouvir na vida não vão estar nos jornais, nem na televisão, não vão ser encenadas por atores globais no teatro/cinema mais próximo de você. São histórias do cotidiano, que você vai se pegar ouvindo sem querer.
Como uma futura jornalista, eu comecei a aguçar minha audição (nunca se sabe quando eu vou precisar ter ouvidos biônicos) e minha leitura labial tentando escutar conversas alheias no dia-a-dia. Devo dizer que eu já sou muito boa nisso, e sempre escuto umas histórias que até O Cara lá de cima duvidaria. Algumas delas, eu morro de vontade de compartilhar com vocês, mas sempre acabo esquecendo. Afinal, elas são histórias do cotidiano: tão normais que acabam saindo de nossas mentes com a rapidez que entram.
Essa eu não ouvi escondido. Ela veio até mim numa conversa casual, com uma pessoa que é conhecida minha. Ela estava me contando a história de um amor de adolescência que ela viveu que demonstra bem os extremos que esse sentimento pode causar.
Ela tinha acabado de sair da faculdade e trabalhava num hospital. O namorado dela, que eu vou chamar de “X” era daqueles namorados obcecados. Imagina uma situação em que você já terminou com o mesmo cara mil vezes e no dia seguinte ele aparece na sua casa, como se nada tivesse acontecido. Que raiva! Ela me contou que não conseguia se livrar do “X”de jeito nenhum.
Eu fiquei pensando que esse caso têm os dois extremos do amor. O platônico, incondicional, que por mais que a pessoa não te queira, você faz de tudo para tê-la. E no caso da minha conhecida, acho que não chega a ser ódio, mas passa perto. Uma pessoa que quer a outra mais que tudo e a outra que quer ela bem longe. Não podia ser mais hollywoodiano.
A minha conhecida tentou afastá-lo de várias maneiras, inclusive arrumou um namorado de verdade( mais ou menos né...o namorado novo era casado e tinha três filhos) . Não funcionou. O cara só desistiu dela quando soube que ela estava grávida do outro. Mas não sem antes se oferecer para assumir o filho dela.
Minha conhecida se lembrou dessa história toda por que nós tínhamos acabado de encontrar o “X”, e ele ficou visivelmente perturbado quando a viu. Só pra informar, toda essa história aconteceu a mais de 20 anos! Nós duas andando e ela disse “Eu vou sempre mexer com o coração dele.”.
E vai mesmo.
Por que algumas pessoas marcam nosso coração pra sempre.
Por Kapri às [6:45 PM]
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[Domingo, Maio 17, 2009]
Stupid Heart
Meu coração, não sei por que, bate feliz quando te vê...E eu fico morrendo de raiva dele. Nada contra coração, mas bater feliz quando vê quem não gosta da gente não é muito inteligente.
Há quem diga que o ser humano é capaz de colocar as rédeas no peito e direcionar todo o nosso amor por quem nos dá valor. Pode até ser, mas meu coração nunca foi dos mais domáveis. Muito pelo contrário, ele adora me fazer de idiota.
Quando eu conheci meu namorado, ele era apaixonado por mim. Eu queria muito gostar dele também, por que sabia que ele faria de tudo pra me fazer feliz. Não consegui. Depois de muito tempo, quando ele já tinha me esquecido, eu que me apaixonei por ele, e tive que ralar muito para conquistá-lo de novo.
Imagino que uma pessoa até consiga domar a mente para acreditar que ama uma pessoa, mas domar o coração é uma missão impossível. Mesmo que o nosso exterior não demonstre, o nosso amiguinho indomável ainda vai bater forte quando vê aquela pessoa que poderia fazer nossa vida valer a pena. Vamos corar, suar, as pernas vão ficar bambas. Por que amor de verdade exige muito mais que vontade de amar a pessoa. Exige que continuemos a amando, sem poder explicar o porquê de tanto amor.
Por Kapri às [4:08 PM]
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[Quarta-feira, Maio 13, 2009]
Minha mãe é virgem
Não me vejam como uma pessoa conservadora, mas um assunto que pra mim não se toca em mesa de amigos é sexo. Não consigo trocar detalhes da vida sexual de ninguém com ninguém, inclusive a minha – e minha mãe é virgem, pelamordedeus.
Pra mim, certos assuntos devem ser particulares. A gente já se expõe de todas as formas em twitter, Orkut , blog e etc. Pelo menos esse assunto, que é o mais particular de todos, deveria permanecer ao lugar que pertence: as quatro paredes onde tudo acontece.
Claro que quando eu tenho dúvidas ou preciso desabafar sobre o assunto eu procuro alguém de confiança e peço conselhos. Sempre com muita discrição.
Conheço pessoas que saem por aí publicando em Outdoors o que fazem e com quem. Algumas gritam pros quatro cantos do mundo que fazem a coisa sem camisinha. Além de ser mau exemplo, é desagradável. Como eu disse anteriormente, discrição é tudo.
Apesar de tudo, não sou contra quem tem coragem de falar sobre sexo abertamente. Desde que a pessoa saiba como fazer as coisas: com a pessoa certa, da forma que faça o menor estardalhaço possível.
Por Kapri às [8:19 PM]
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[Domingo, Maio 03, 2009]
Comprar é relaxante
Atenção cientistas de todo o Brasil: Eu aceito ser cobaia da pesquisa que prova que comprar é relaxante. Não é coincidência que a conta do meu cartão de crédito vem mais alta no fim do semestre.
Quando eu estou estressada, eu começo a me sentir presa no apartamento, me dá vontade de andar. Como eu moro a 3 quarteirões do shopping da minha cidade, vou dar uma volta lá, pra espairecer. Podia andar a maratona de São Silvestre dentro do shopping, eu sei que não é pra isso que eu fui lá. A sensação de relaxamento só vem quando eu pego o par de sapatos novos, bolsa, calça jeans, ou sei lá o que eu tenha comprado nesse devaneio. E aí, por mais caótica que a minha vida esteja, eu sei que tudo vai dar certo no final.
Não que eu seja consumista, não sou Becky Bloom, conheço meus limites – especialmente o do cartão de crédito. Mas eu me sinto melhor quando compro, e eu sei que tem muita mulherzinha por aí que também sente. Isso deve ser doença com certeza, mas ainda não achei a cura. Enquanto isso, a solução é não comprar nada enquanto eu estou lúcida e economizar cada mísero centavo. Assim eu posso me render as liquidações de bolsas e sapatos – minhas paixões – sem culpa quando o stress bate.
Pauta para o Tudo de Blog - Capricho: Complexos de Becky Bloom
Por Kapri às [3:50 PM]
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O toque do proibido
A polêmica do toque de recolher de algumas cidades do estado de São Paulo está dando o que falar. Afinal, há quem diga que é função dos pais determinar o horário dos jovens estarem em casa, que é forma de censura. Honestamente, eu penso que está mais que certo. Para chegar ao ponto de a justiça ter que tomar essa decisão, está provado que os pais não estão dando conta do recado. Uma criança de 13 anos não precisa estar na rua depois das 22 horas da noite. Com 13 anos, nesse horário você deve no mínimo, estar se preparando pra dormir, por que tem que ir pra escola no dia seguinte.
Não acredito que a medida vá diminuir índices de criminalidade, nem mesmo retirar os jovens do crime. Mas pode fazer o que os pais não conseguem mais fazer: saber onde seus filhos estão e a hora que eles voltarão para casa.
No fundo, a gente sabe que isso pode até instigar os jovens a ficar mais tempo na rua. O toque do proibido é como doce na boca de algumas dessas crianças. Outras ficarão revoltadas, por que não fariam nada de errado. Mas eles precisam aprender a viver de acordo com a idade que possuem, e entender que tem a vida inteira para fazer o que quiserem, desde que seja permitido por lei.
Pauta para o Tudo de Blog - Capricho: "Toque de recolher"
Por Kapri às [3:49 PM]
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